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O futuro do banco para pequenas empresas

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Novos serviços, como integração de contas de diferentes instituições, sistema integrado de gestão empresarial e consultoria em finanças, ampliam ainda mais a parceria com os clientes

Empresas em geral veem os bancos como fornecedores de serviços de cobrança, pagamento e financiamento. Mas, e se a instituição pudesse ter um papel ainda mais importante na vida dos empreendedores? Se os ajudasse a fazer a gestão do negócio, entender sua situação financeira como um todo, prever dificuldades de caixa no futuro, orientar seus investimentos inclusive em outros bancos?

Já está acontecendo

É isso o que o Itaú Unibanco está construindo no seu relacionamento com microempreendedores individuais e pequenas empresas. A afirmação é de Carlos Carneiro, head de Open Finance e Soluções Financeiras para Empresas. O objetivo, segundo ele, é aprofundar ainda mais a parceria com esse público.

Segundo Carneiro, instituições como o Itaú já oferecem há tempos um portfólio completo de soluções financeiras, como maquinha para receber valores, emissão de boletos, PIX, pagamentos, empréstimos para folha de pagamento, capital de giro ou uso livre.

Por meio de seus gerentes, o Itaú também presta serviço de consultoria. Busca entender suas necessidades, a situação da empresa, apresenta as diferentes soluções disponíveis, as melhores opções para cada caso.

Serviços baseados em open finance

Mas o banco resolveu ir além. Carneiro cita dois exemplos. Um são os novos serviços que o banco vem oferecendo a partir do advento do open finance, como é chamado o conjunto de regras para dar aos clientes autonomia sobre os seus dados financeiros que foram aprovadas e estão entrando em vigor em etapas.

Com o open finance, eles podem compartilhar seu histórico de relacionamento de uma instituição com outra, em um movimento que aumenta a concorrência entre os bancos e o poder dos clientes. Hoje, como lembra Carneiro, os aplicativos do Itaú já permitem agregar contas bancárias de outras instituições para consultar os extratos de todas em um só lugar.

Em breve, ele diz, o banco deve lançar a opção de um extrato único, incluindo lançamentos futuros previstos em cada banco, fluxo de caixa realizado e projetado, entre outras informações relevantes para a gestão do negócio.

ERP na nuvem para clientes

Outro exemplo é a oferta de um sistema integrado de gestão empresarial, ou ERP (Enterprise Resource Planning), aos seus clientes. Chamado de Itaú Meu Negócio gestão by Omie Itaú Meu Negócio, o sistema funciona na nuvem, utilizando a ferramenta Omie. Ele permite automatizar uma série de rotinas empresariais, como compras, vendas, contas a pagar, contas a receber, controle de estoque e gestão de relacionamento com clientes. Além disso, fornece relatórios gerenciais que permitem acompanhar a evolução de diferentes indicadores de desempenho.

“A maioria das pequenas empresas ainda faz a gestão no caderninho ou em planilhas de Excel. O trabalho manual desperdiça tempo e causa muitos erros que poderiam ser evitados.”, diz o executivo do Itaú. “Os sistemas de ERP eliminam erros e economizam o tempo do empreendedor com operações como lançamentos e conferências manuais. Sobra tempo para análises e trabalhos mais estratégicos.”

Condições melhores de prestar consultoria

Com uma visão global dos fluxos de caixa e das contas bancárias dos seus clientes, diz Carneiro, o Itaú poderá oferecer uma consultoria ainda melhor a eles em relação a decisões como cobranças, investimentos e financiamentos. E sem interferir na escolha do cliente de manter o relacionamento com outros bancos.

“Nossa visão de futuro é que o cliente não precise sair do ambiente Itaú para gerir todas as suas contas”, resume Carneiro. “À medida que a gente surpreende o cliente, a relação dele com o banco fica mais forte. Ele passa a nos enxergar cada vez mais como um parceiro que ajuda a alavancar o seu negócio e todos saem ganhando.”