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Bitcoin e Inflação

Conhecido também como Ouro digital, o Bitcoin é frequentemente relacionado a um hedge (proteção) contra inflação, como potencial reserva de valor.

Alexandre Frade

• 4 minutos de leitura

Os argumentos deste debate são fundamentados por:

  • Limite de emissão de moedas: enquanto os bancos centrais podem emitir moeda, e o valor de cada moeda pode decrescer no tempo, o Bitcoin tem um limite de 21 milhões de moedas o que confere um caráter decrescente que ao longo do tempo, o manteria “à prova” de inflação ao longo do tempo;
  • Escassez programada: Como a cada 4 anos o Bitcoin tem a redução pela metade da recompensa de mineração (Halving)
Fonte: Galaxy Digital

  • Descentralizado por natureza: o Bitcoin não tem vínculo direto com nenhuma economia específica.

Do outro lado da argumentação, está a discussão de que a volatilidade, historicamente alta, torna mais difícil ver o instrumento como uma reserva de valor e a convergência da correlação com outros ativos de risco, em momentos de aversão de mercado.

Criptomoedas são um fenômeno de investimento relativamente novo e recentemente a adoção por mais tipos de clientes -inclusive grandes investidores – tem contribuído para diminuir a volatilidade das criptomoedas, principalmente do Bitcoin.

ETFs são conhecidos por oferecer uma solução eficiente e prática de investimento e podem oferecer acesso ao Bitcoin, como é o caso do BITI11, que investe em Bitcoin com a segurança e sofisticação da Itaú Asset.

Para investir nos BITI11, busque a corretora de sua preferência.