Ciclos de queda

Pílula de ETFs | Ciclos de queda

Por Renato Eid

4 minutos de leitura

A recente divulgação do dado de emprego americano (Payroll) de agosto trouxe apenas +22k vagas, com revisões negativas e desemprego em 4,3% — o maior nível desde 2021. Esse dado veio na sequência do primeiro mês negativo desde 2020.

O mercado já cristalizou a visão de que o ciclo de cortes de juros começa na próxima semana, com um corte inicial de 0,25% na mesa. Mas tudo pode mudar, especialmente considerando os dados de inflação americana.

Esse é o retrato perfeito de um ambiente VUCA: Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo.

E é justamente aqui que os ETFs da Itaú Asset brilham: liquidez, transparência, baixo custo e agilidade operacional para navegar em meio à incerteza:

  • SPXR11 (S&P 500 Hedgeado) – acesso ao mercado acionário americano, resiliente mesmo com tarifas e incerteza global sem exposição cambial. Também remunera o investidor com o diferencial de juros entre Brasil e EUA, hoje em mais de 10,5% ao ano.
  • T10R11 (Treasuries de 10 anos Hedgeado) – proteção em cenários de recessão e volatilidade. Se as taxas caem, os preços sobem. E, assim como o SPXR11, o investidor ainda captura o diferencial de juros Brasil–EUA.
  • DIVO11 (Dividendos Brasil) – exposição a empresas pagadoras de dividendos, gerando renda relevante para o investidor.
  • IDKA11 (Renda Fixa 3 anos Brasil) – a Selic em queda abre espaço para valorização dos títulos prefixados curtos. Com acesso a 100% de Tesouro Prefixado, o IDKA11 é um veículo eficiente para capturar esse movimento.
  • B5P211 (Proteção à Inflação de Curto Prazo) – em um cenário de incerteza global, protege contra inflação com risco reduzido, investindo apenas em Tesouro IPCA+ curto.

Retorno acumulado 2025

Fonte: Bloomberg & Itaú Asset.
Fonte: Bloomberg & Itaú Asset. Data Base: Setembro de 2025

Por que diversificação importa mais do que nunca?

O futuro é incerto. Ninguém consegue prever com precisão quando será o “ponto de virada” do mercado. Tentar acertar o timing perfeito muitas vezes significa ficar de fora dos melhores dias de valorização, que fazem toda a diferença para o retorno acumulado.

O investidor que tenta cravar o momento certo de entrar ou sair do mercado pode até acertar uma vez… mas quantas vezes seguidas? Já quem escolhe diversificar e permanecer investido constrói resiliência e aproveita o poder dos ciclos, sem precisar prever o futuro.

Em um mundo em que o Fed inicia cortes, a Selic entra em trajetória de queda e os mercados oscilam entre narrativas de inflação e recessão, a diversificação com ETFs não é apenas uma alternativa: é uma estratégia inteligente para transformar incerteza em oportunidade.

E você, está diversificado o suficiente para não depender do “timing perfeito” do mercado?

Para investir, procure os ETFs na sua Corretora. Para mais informações, acesse www.itnow.com.br