Veja como se proteger da inflação com ETFs
As expectativas de inflação para 2026 vêm apresentando alta significativa desde o início do ano,
Por Itaú Asset
As expectativas de inflação para 2026 vêm apresentando alta significativa desde o início do ano, principalmente devido aos efeitos da guerra do Irã e, mais recentemente, receios de impactos na cadeia de alimentos devido ao El Niño. Como mostra o segundo gráfico, as projeções do Focus para o IPCA 2026 saltaram de 4,05% para 5,04% no período.
Esse movimento é particularmente relevante porque impacta diretamente os ativos pós-fixados tradicionais. Em cenários de inflação persistente, o CDI tende a reagir com defasagem, enquanto ativos indexados ao IPCA incorporam imediatamente essa dinâmica na remuneração.
Para quem deseja proteger capital do risco inflacionário enquanto mantém baixa volatilidade (cerca de 2%), o ETF B5P211, composto por Tesouro IPCA+ de até 5 anos, mantém a proteção a surpresas inflacionárias sem adicionar a alta sensibilidade à oscilações da curva de juros das ntn-bs longas.
Entenda as fontes de retorno
É possível dividir as fontes de retorno do B5P211 em em duas partes: IPCA (inflação) + Juro Real.
Ou seja, ao escolher o B5P211, seu retorno em comparação com o CDI depende das surpresas de inflação e dos movimentos da curva de juros reais.E é justamente esse primeiro efeito, as surpresas inflacionárias, que se sobressaiu durante os eventos recentes.
Conforme o primeiro gráfico, enquanto ambos B5P211 e LFTI11 performaram positivamente no período, a proteção contra aceleração inflacionária do B5P211 ficou evidente. Quando o IPCA acelera, sua rentabilidade tende a ajustar automaticamente.
Em outras palavras, o B5P211 tende a se destacar justamente nos momentos em que o investidor conservador mais sofre: períodos de reprecificação inflacionária, deterioração das expectativas e perda de poder de compra do caixa tradicional.
Para mais informações, acesse www.itnow.com.br.