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Pílula de ETF: 03 passos para entender a liquidez de um ETF

Como negocia como uma ação, é um erro comum dos investidores de analisar a liquidez de um ETF usando os mesmos métodos e conceitos. No entanto, por se tratar uma dinâmica diferente, analisar a liquidez de um ETF requer alguns cuidados.

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Caique Cardoso

• 4 minutos de leitura

1 – Formador de Mercado:  Todos os ETFs da Itaú contam com formadores de mercado, que são agentes que dão ofertas de compra e venda para investidores que querem vender ou comprar.

2- Liquidez Implícita: Além do volume médio negociado diariamente, é importante também analisar a liquidez implícita do ETF, que é a liquidez da carteira de cada ETF.

Potencial de Liquidez do BOVV11 (escala log)

Fonte: Itaú Asset. Dados até 31 de julho 2023

Note que há vários dias que o BOVV11 negocia em picos acima da média, isso é possível porque a liquidez implícita é muito maior do que a liquidez negociada do ETF.

3- Mercado primário: A liquidez da carteira é considerada o potencial do ETF porque existe um mercado primário disponível, ou seja, é possível criar e destruir cotas de um ETF todos os dias, se assim for necessário, da mesma forma que um fundo aberto.

 

BOVV11: Volume e Número de cotas

Fonte: Itaú Asset e Bloomberg. Dados até 31 de julho 2023

Note que é comum observar que o aumento do volume médio é também acompanhado pela emissão de novas cotas. Assim como que quedas no volume costumam levar a resgate de cotas.

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