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Pílula de ETF: COP28 - A agenda climática e impactos em investimentos

A COP28, que é um grande evento da agenda climática global, trouxe metas ambiciosas e uma crescente aceleração para a transição energética.

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Sofia Inacio Fahel

• 7 minutos de leitura

A COP28 é um grande evento da agenda climática global. Essa edição da Conferência do Clima da ONU ocorreu entre 30 de novembro e 12 de dezembro em Dubai. Nessa 28ª edição se encontraram 198 países que integram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) para promover o debate em relação aos acordos globais assinados referente ao clima.

As pautas do evento focaram em metas mais ambiciosas em relação a combustíveis fósseis, acelerando a transição energética e as medidas de adaptação. A expectativa é alta na COP28 devido ao Balanço Global (Global Stocktage, GST).

O Balanço Global representa a primeira contabilidade dos esforços globais de descarbonização desde o Acordo de Paris, assinado em 2015. O Acordo de Paris estabeleceu a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C. Com isso os países que aderiram ao compromisso devem detalhar como estão contribuindo para esse objetivo nos documentos chamados NDCs (contribuição nacionalmente determinada), e o GST irá avaliar como os países progrediram em relação ao prometido nas NDCs.

Dentro desse tema, entendemos a relevância da transição energética e quais alternativas possuem um papel crucial nessa transição, que significa a mudança da matriz energética de combustíveis fósseis para fontes renováveis, assim reduzindo emissão de gases efeito estufa em uma economia verde. Projeto que precisa atrair mais de 4,5 trilhões de dólares entre 2023 e 2030, de acordo com a BloombergNEF, um salto de mais de 3 vezes do ano passado.

Investimento Necessário para um cenário de carbono neutro

Fonte: Allianz Global Investors

Tamanho investimento reforça o comprometimento global em prol da agenda climática, que deve beneficiar empresas que oferecem produtos e serviços alinhados com este tema, como é o caso do REVE11, ETF que investe em ações de empresas cuja maior parte da receita seja oriunda de produtos e serviços verdes.

Ainda no tema de transição energética, um dos destaques fica por conta do Hidrogênio Verde como uma alternativa de energia limpa e eficiente. Não à toa, o Governo de Dubai anunciou um projeto para aumentar a produção e diminuir os custos de Hidrogênio Verde para apoiar a agenda de 100% de energia limpa até 2050. Além da expectativa de anuncio do governo americano de subsidio para produção de Hidrogênio, segundo o conselheiro de energia dos EUA John Podesta.

Possibilitando a economia do Hidrogênio Verde:

Fonte: Rocky Mountain Institute

O YDRO11 oferece acesso a esse mercado ao investir em empresas especializadas na produção, armazenamento e transporte de hidrogênio, que possui alto poder de combustão, e na concepção e fabricação de células a combustível.

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