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Pílula de ETF: Ciclos de juros e investimentos

A última reunião do COPOM foi marcada pelo início de um novo ciclo de corte de juros no Brasil. Esse movimento diminui a atratividade do CDI, que tem sido uma classe desafiadora de superar, sendo destaque de performance nos últimos anos.

Leonardo Vasques

• 4 minutos de leitura

Um dos poucos investimentos que historicamente supera o CDI, principalmente durante os ciclos de baixa é o IRFM, índice de Renda Fixa da ANBIMA que representa a dívida pública prefixada e é composto apenas pelos (LTNs e NTN-Fs).

Os ETFs podem ser uma alternativa para acessar essa classe, com destaque para o IRFM11 que acumula uma alta de 11,76%, vs o CDI 8,71% no mesmo período. O gráfico abaixo ajuda a perceber uma performance superior do IRFM vs o CDI nos períodos que queda de juros – representados pela taxa Selic.

Vale notar também que, desde 2004, 96% dos retornos de 12M do IRFM foram positivos.

Outro ponto relevante do IRFM é que historicamente ele se comporta com uma volatilidade baixa, com média de 2,8% ao ano, como pode ser observado abaixo:

Outras classes de ativos também podem se beneficiar desse ciclo, como os índices de juros reais e inclusive a renda variável.

Além da performance em si, o IRFM11 traz alguns benefícios tributários, como:

  • 15% de Imposto de Renda, independente do período do investimento
  • Recolhimento automático, sem necessidade de emissão de DARF
  • Não tem IOF e nem come-cotas

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