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Pílula de ETFs: As vantagens da queda da Selic, ETFs e Ibovespa

Como ter vantagens com a queda da Selic através dos ETFs?

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Renato Eid

• 5 minutos de leitura

Na última semana, tivemos o sexto corte de juros realizado pelo COPOM: foram mais 50bps, totalizando 300bps nesse ciclo. Saímos de uma taxa de juros de 13,75% para os atuais 10,75% e, segundo consenso do mercado, esse ano deve terminar em torno dos 9%.

Um exercício interessante é analisar o comportamento de ativos de risco quando temos esses ciclos de queda de juros. Mas qual o motivo de se olhar esse comportamento? Em momentos de queda nos juros, os investidores buscam alocar seus investimentos em ativos de maior risco, já que o custo de oportunidade fica menor e porque esses ativos tendem a ter uma performance positiva.

Ao olharmos a performance do Ibovespa, nos últimos ciclos de queda de juros, notamos que as ações tendem a ter retorno positivo com um retorno médio de 33%. Vale citar que na média esses ciclos tiveram uma duração média de 13 meses com quedas de 614bps na taxa de juro, conforme observado no gráfico abaixo:

Ciclos de queda de juros e Ibovespa

Todo esse contexto tem trazido um maior interesse pela classe de renda variável e as formas eficientes de se investir. Conforme já falamos anteriormente, o único almoço grátis quando falamos de investimentos é a diversificação.

Muitos ligam essa diversificação apenas a classes de ativos: renda variável, renda fixa, bitcoin e/ou investimento internacional, mas tão importante quanto essa visão é o fato de estarmos diversificados de fato na forma de investirmos em determinada classe de ativos.

Assim como diversificados na própria classe de ativo, para isso, é necessário buscar elementos descorrelacionados entre si, gerando o efeito diversificação.

Entendendo que ETFs são como peças de lego e podem ser utilizados para compor seus investimentos de forma eficiente, dada liquidez, custo baixo, transparência e agilidade, uma forma eficiente para compor um portfólio diversificado de renda variável local em alguns ETFs da Itaú Asset é a seguinte carteira:

  • 40% BOVV11 - o ETF ganha do Ibovespa pela receita de aluguel ser revertida integralmente para o investidor.
  • 40% DIVO11 - o ETF que as empresas que se destacam em pagamento de dividendos.
  • 20% SMAC11 - o ETF com as empresas Small Caps.

Performance Acumulada: Portfólio de ETFs

Fonte: Itaú Asset Management

Então é possível compor um portfólio (ou parte dele) em Renda Variável Brasil com:

  • Custo de 0,34%a.a. sem taxa de performance
  • Liquidez imediata em D+0
  • Agilidade operacional, com possibilidade de operar no Intraday;
  • Transparência com atualização diária das posições e dados relevantes em  www.itnow.com.br
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