Pílula de ETFs: O Halving do Bitcoin está chegando

Na pílula dessa semana discutimos sobre a chegada do quarto Halving do Bitcoin

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Renato Eid

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Ao refletirmos sobre o primeiro trimestre do ano notamos a retomada da confiança aos mercados de criptomoedas.

Tal fato não se dá apenas pela performance das estratégias relacionadas a essa classe de ativo, mas também pelo aumento da popularidade do Bitcoin, demonstrado de forma clara através das pesquisas relacionadas ao tema no Google atingirem seus níveis mais altos em mais de um ano e ultrapassando a popularidade de pesquisas das superestrelas da música global.

Vale notar que agora toda a atenção está voltada para o quarto Halving do Bitcoin, previsto para ocorrer em torno do dia 19 de Abril. O Halving é o momento quando a remuneração pela atividade de mineração, ou seja, pela oferta de novas moedas, é reduzida. Isso ocorre justamente para sustentar a característica de escassez desse ativo.

Na história do Bitcoin, ele nunca atingiu um novo recorde antes do Halving. Em ciclos anteriores, a redução pela metade serviu como um catalisador que eventualmente levou o Bitcoin a novos patamares. Embora o Bitcoin tenha quebrado seus máximos anteriores antes do Halving desta vez, a história pode não estar realmente se repetindo, mas sugere que o acúmulo potencial de preços ainda existe neste ciclo.

Bitcoin: Efeito do Halving no preço

Fonte: Itaú Asset

Ainda que debates acalorados sigam acontecendo sobre o Bitcoin, vale dizer que este se faz valer da inovadora tecnologia blockchain para funcionar como um ativo digital transparente e descentralizado. Sua mistura única de escassez e papel como proteção contra incertezas macro globais segue conquistando espaço nas recomendações de investimentos, proporcionando uma diversificação destes.

Vale sempre reforçar a importância de refletimos sobre nossos investimentos mirando o médio/longo prazo e nesse sentido, o papel do Bitcoin vem sendo reforçado pela diversificação, maior usabilidade, ecossistema mais robusto e sua descorrelação em comparação com os ativos de risco tradicionais.

Assim, mais importante do que nos fixarmos as oscilações de preço no curto prazo é o benefício que essa classe de ativos pode gerar em nossos portfólios olhando para o futuro.

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