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Pílula de ETF: Diversificação e queda de juros

O calendário econômico da semana passada foi marcado por um dado importante quando pensamos no cenário prospectivo – o IPCA de agosto veio abaixo do esperando pelo mercado, iniciando uma rodada importante de revisões para cenário inflacionário.

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Renato Eid

• 4 minutos de leitura

Esse fato se torna relevante à medida que o mercado eleva a probabilidade de uma aceleração de corte pelo COPOM nas próximas reuniões, revisando também a taxa de juros terminal deste ciclo.

Mas o que isso importa para seus investimentos?

Sabemos que os preços dos ativos são movidos por diversos fatores, mas principalmente pelas revisões das expectativas das variáveis econômicas. Com isso em mente, os agentes adequaram os chamados preços alvos para ativos como Ibovespa tendo 130mil a 140mil pontos para 2024. Do lado do juros, há quem espere uma taxa terminal de 8%.

Com esse novo cenário sendo desenhado, as questões sobre as movimentações nas carteiras de investimentos surgem – onde investir? Quando tratamos de investimentos não existe a chamada bala de prata e por isso o mantra da diversificação sempre aparece.

Dessa forma, importante combinar ETFs que tenham correlação positiva com esse novo rumo: BOVV11 / SMAC11 / B5P211 e IB5M11 podem ser escolhas eficientes nesse novo arranjo de portfólio: uma combinação balanceada com 50% B5P211 / 20% IBM511 / 20% BOVV11 / 10% SMAC11 apresentou volatilidade média em torno de 6%a.a. com os seguintes resultados nos últimos 3 ciclos de queda de juros:

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