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Principais destaques do painel “ETFs: caminhos e oportunidades”

Confira um resumo do bate-papo que aconteceu na Arena B3, como parte da 3ª edição da Semana de ETFs Itaú Asset, e contou com a participação de Luciana Seabra, William Castro Alves e Martin Iglesias

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Itaú Asset

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Entre 26 e 30 de junho, promovemos a 3ª edição da Semana de ETFs Itaú Asset, que contou com mais de 10 convidados e 5 horas de conteúdos sobre o tema.  O painel “ETFs: caminhos e oportunidades” foi moderado por Renato Eid, head de estratégias indexadas da Itaú Asset, com a participação de Luciana Seabra, CEO na Indê Investimentos, William Castro Alves, Chief Strategist na Avenue, e Martin Iglesias, da área de recomendação de investimentos do Itaú.

Confira, abaixo, um resumo dos destaques da conversa.

Importância do ETF da parte estrutural da carteira, por Luciana Seabra

  • Acredita na importância de manter 5% do portfólio alocado no ETF com exposição ao S&P 500 como parte de sua alocação estrutural da carteira;
  • O instrumento é uma forma de garantir que, estruturalmente, o dinheiro de longo prazo vai estar exposto à bolsa americana e ao dólar;
  • Em momentos de choque, a parte dolarizada da carteira tende a subir, dando um alívio no carrego da carteira completa, e sendo mais eficiente do que esperar o momento certo para entrar ou sair da bolsa, que são nocivos para a pessoa física;

O que considerar na hora de escolher ETFs, William Castro Alves

  • A indústria de ETFs dos EUA é bem mais ampla do que no Brasil e vai além da estratégia passiva, o que torna difícil o momento da escolha. Por isso, é importante pensar no longo prazo;
  • Nos EUA, é possível montar carteiras de acordo com os vetores que o investidor deseja e ter uma carteira amplamente diversificada;
  • Além da vantagem de poder escolher teses descorrelacionadas, como urânio e robótica, é possível ter um portfólio mais estrutural, para quem quer ser conservador e preservar capital em dólar;
  • Vale avaliar os custos do produto em um mercado como o americano porque, com muitas opções, há aquelas com exposição ao mesmo índice, mas com custo menor;
  • Também é importante entender o que está dentro daquela carteira de ETF, se a gestão é passiva ou ativa, por exemplo, se paga dividendo, entre outros detalhes.

A diversificação do portfólio com ativos digitais, por Martin Iglesias

  • O comportamento dos ativos digitais é instável e o nível de risco é variável, colocando obstáculos em sua inclusão nas carteiras;
  • Uma análise de como tratar ativos de risco com potenciais de ganhos assimétricos mostrou que o investimento tem de ser pulverizado e com alocações pequenas (0% para perfil conservador, 1% para moderado, 2% arrojado e 3% para agressivo)
  • Também é importante que essa exposição aos criptoativos seja diversificada não apenas na escolha dos produtos, mas também no momento da entrada. Ou seja, espalhando as compras ao longo do tempo.

Confira o painel na íntegra abaixo.