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Economia e mercados: atividade chinesa recua, mas BC corta taxa de juros

O forte recuo na atividade econômica da China assustou os mercados. Mas o governo chinês cortou uma de suas principais taxas de juros e surpreendeu os investidores

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Crédito: Itaú Private Bank

O forte recuo na atividade econômica da China assustou os mercados, em meio à onda de Covid-19 no país. Mas, na contramão da maioria dos bancos centrais, o governo chinês cortou uma de suas principais taxas de juros para estimular a economia e surpreendeu os investidores.

Entenda melhor esses e outros fatores que impactaram os mercados ao longo dos últimos dias em nosso boletim Economia e mercados. Abaixo, veja os destaques.

Atividade chinesa retrai e banco central corta juros

A atividade econômica da China teve forte recuo devido à onda de Covid-19. Para estimular a economia, o BC chinês reduziu sua taxa preferencial para empréstimos de longo prazo, a LRP de cinco anos, de 4,60% para 4,45% ao ano, e surpreendeu o mercado.

Reino Unido tem inflação recorde em 40 anos

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido subiu 9% em abril, na comparação anual, acelerando na comparação com a taxa de março (7%). O resultado veio ligeiramente abaixo do esperado pelo mercado (9,1%), mas é o maior em 40 anos.

BCE mostra preocupação com a inflação

A ata da última reunião do BC Europeu mostrou uma preocupação das autoridades com a pressão inflacionária na zona do euro e as incertezas com o conflito da Ucrânia. Elas também defenderam a continuidade da normalização da política monetária do bloco.

Produção industrial dos Estados Unidos sobe 1,1%

A produção industrial dos Estados Unidos subiu 1,1% em abril, acelerando em relação ao mês anterior, quando registrou 0,9%, e bem acima das projeções, que estimavam alta de 0,5%. Na comparação anual, a produção da indústria americana cresceu 6,4%.

Vendas no varejo dos EUA crescem 0,9% em abril

As vendas no varejo americano tiveram um aumento mensal de 0,9% em abril, refletindo tanto a forte demanda quanto os preços mais altos. O resultado veio ligeiramente abaixo do consenso (1%), mas houve revisão da leitura de março, de 0,5% para 1,4% nas vendas totais.