Itaú Blog

No radar do mercado: produção industrial nos Estados Unidos sobe 0,2%

A produção industrial dos Estados Unidos subiu 0,2% em maio; No Japão, banco central manteve taxas de juros

Foto do Autor

Itaú Private Bank

• 3 minutos de leitura

Crédito: Getty Images

A produção industrial dos Estados Unidos subiu 0,2% em maio, desacelerando em relação ao resultado de abril, que foi revisado para cima, de 1,1% para 1,4%, segundo dados do Federal Reserve (Fed, banco central americano). A leitura veio abaixo do esperado pelo mercado (0,4%). 

A capacidade de utilização da indústria avançou de 78,9% (após revisão baixista) para 79%, abaixo do consenso de mercado (79,2%). Já a produção manufatureira retraiu 0,1%, bem abaixo das expectativas (0,3%) e da leitura de abril (0,8%).

Banco central do Japão mantém taxas de juros

Em meio à pressão dos mercados de títulos do governo e de câmbio, o banco central do Japão (BoJ, na sigla em inglês) decidiu manter inalteradas as ferramentas de sua política monetária, bem como suas orientações. O BoJ novamente não mostrou intenção de ajustar sua política como resposta à deterioração do Iene.

BoE aumenta juros em 25 pontos-base

O Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) subiu sua taxa de juros em 25 pontos-base, para 1,25%, em linha com as expectativas do mercado. O comitê reconheceu que a inflação deve ficar acima de 9% nos próximos meses e pode subir para um pouco acima de 11% em outubro. Além disso, reforçou que tomará as medidas necessárias para que a inflação volte à meta de 2% de forma sustentável no médio prazo.

Mercados (atualizado às 12h)

O Ibovespa tem forte queda na manhã de hoje e chega a perder os 99 mil pontos, em uma sessão de ajustes após o feriado, quando as principais bolsas internacionais recuaram em bloco. A queda nos papéis da Petrobras após o anúncio de reajuste nos preços dos combustíveis ajuda a puxar o índice para baixo. Na renda fixa, as taxas de juros futuros operam em queda, que é mais acentuada na parte intermediária da curva. O dólar opera em forte alta, sendo negociado por volta de 5,14 frente ao real.