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Qual o impacto do crescimento econômico nas bolsas de mercados emergentes?

Recentemente, ficamos mais otimistas com as bolsas de mercados emergentes devido a uma série da fatores

Rodrigo Lopes & Eduardo Coccaro

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Crédito: Shutterstock

Em abril, decidimos aumentar a alocação em bolsas de mercados emergentes em nossas carteiras de um nível (+1) para dois níveis (+2) acima do neutro. Se já tínhamos uma visão mais favorável para a classe de ativo dada a baixa alocação de gestores internacionais e a expectativa de um dólar mais fraco à frente, assuntos nos quais temos nos aprofundado em artigos recentes, dados macroeconômicos referentes ao primeiro trimestre reforçaram nossa visão mais construtiva para a classe.

A China, ainda em recuperação após abandonar sua política de Covid-zero em novembro do ano passado, tem dado sinais de crescimento acelerado no começo de 2023. Esta pujança econômica tem superado expectativas de mercado, que já levavam em consideração o baixo efeito base de um ano atrás, quando o gigante asiático ainda lidava com lockdowns e outras restrições sobre movimento. A continuidade do crescimento chinês deve impulsionar outros mercados em desenvolvimento, surtindo um efeito positivo em bolsas emergentes.

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