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Revisamos os cenários brasileiro e global

Divulgamos a nossa revisão de cenário brasileiro, com elevação nas projeções para a inflação. No cenário global, o ajuste monetário continua nas economias desenvolvidas

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Itaú Private Bank

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(Crédito: Getty Images)

Revisão de cenário - Brasil: inflação segue pressionada

Revisamos a projeção para o IPCA de 2022, de 7,5% para 8,5%, refletindo preços mais elevados de gasolina e energia elétrica, além da desinflação mais lenta de bens no segundo semestre do ano. Para 2023, elevamos a projeção de 3,7% para 4,2%.

Diante da inflação pressionada e da alta das projeções do IPCA, o Copom deve elevar a Selic até o patamar de 13,75% a.a., com duas altas extras de 0,50 p.p. em junho e agosto. Esperamos uma redução da taxa de juros para 8,75% em 2023. Mantivemos as projeções para o PIB de 2022 (1%) e 2023 (0,2%) e para a taxa de câmbio (em R$ 5,25 por dólar ao final de 2022 e R$ 5,50 em 2023).

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Revisão de cenário - Global: ventos contrários à economia global

Com a guerra na Ucrânia, a União Europeia propôs embargos graduais ao petróleo russo. Por isso, reduzimos a projeção de crescimento do PIB europeu em 0,5 p.p., para 2,5%, em 2022. Já o BCE deve encerrar a compra de ativos e elevar os juros em julho.

Nos EUA, o Fed deve subir os juros para o intervalo de 2,50% a 2,75% em 2022 e de 3,75% a 4% em 2023. Diante da onda de Covid-19, reduzimos a projeção do PIB da China em 0,3 p.p., para 4,7% em 2022. Já o dólar se fortalece com o aperto monetário, os problemas na Europa e a desaceleração da economia chinesa.

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