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The Weekly Globe: o novo ponto ideal na curva de crédito

Os movimentos na curva do Tesouro dos Estados Unidos em 2022 foram notáveis e têm implicações importantes sobre como se posicionar melhor em uma carteira de crédito de mercados emergentes

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Crédito: Itaú Private Bank

O que aconteceu na última semana

As inflações brasileira e americana marcaram a semana dos investidores. Por aqui, o IPCA subiu 1,06% no mês e registrou a maior variação para o mês de abril desde 1996, mas em termos anuais, provavelmente atingiu o pico do ano. Nos EUA, o CPI subiu 0,3% m/m e 8,3% a/a (acima do esperado: 0,2% m/m e 8,1% a/a, respectivamente).

As taxas de juros americanas recuaram um pouco, e o título do Tesouro dos EUA de 10 anos fechou a semana em 2,92%. O dólar continuou a se fortalecer e o DXY encerrou a semana em alta de 0,87%. Os mercados de ações dos EUA tiveram a sexta semana consecutiva de quedas: o Dow Jones caiu 2,14%, o S&P 500 recuou 2,41% e o Nasdaq caiu 2,8%. O Ibovespa teve desempenho superior (+1,70%).

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O novo ponto ideal na curva de crédito: vencimentos mais curtos e ratings mais altos

Por Marcelo Menusso, Chief Credit Strategist

Os movimentos na curva do Tesouro dos Estados Unidos em 2022 foram notáveis. E eles têm implicações importantes sobre como se posicionar melhor em uma carteira de crédito de Emerging Markets (EM). Em nossa opinião, os investidores em títulos têm uma ótima oportunidade de encurtar a duração e aumentar a qualidade de crédito da carteira sem abrir mão demais em termos de taxas.

Acompanhamos cerca de 220 títulos de renda fixa. Agora, é possível encontrar taxas na faixa de 4 a 6% sem ultrapassar cinco anos de duração. Quando escrevemos pela última vez sobre esse tema, em 20 de setembro de 2021, o intervalo de taxa nessa duração era de apenas 1-3%.

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