Top 10 riscos globais para 2024

No Radar do Mercado: relatório da Eurasia lista os principais riscos globais para 2024; na Zona do Euro, a taxa de desemprego recuou, enquanto a produção industrial alemã continuou a cair

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Itaú Private Bank

• 3 minutos de leitura

A partir de agora, vamos incluir nesse espaço indicações da nossa equipe para os investidores. Para começar, destacamos o relatório Top Risks 2024 publicado pela consultoria Eurasia.

O grupo espera um ano politicamente desafiador, dominado pelo desenrolar de três grandes eventos: o conflito entre Rússia e Ucrânia, agora em seu terceiro ano, Israel e Hamas no Oriente Médio, em seu terceiro mês, e, por fim, os Estados Unidos contra si mesmo, com a chegada das eleições presidenciais em novembro.

O relatório também destaca os seguintes riscos:

  • Governança da Inteligência artificial;
  • Alinhamento entre Rússia, Irã e Coreia do Norte;
  • Sem recuperação econômica na China;
  • A disputa por metais essenciais, concentrados em poucos países;
  • Inflação global - sem espaço para erros;
  • Impactos da volta do El Niño;
  • Riscos nos negócios diante de incertezas políticas e regulatórias.

Clique aqui para baixar o relatório completo.

A seguir, você pode assistir a live (em inglês) que foi transmitida no canal do YouTube sobre o tema.

Dados mistos na Europa

A produção industrial da Alemanha registrou uma queda mensal de 0,7% em novembro ante outubro de 2023, segundo o escritório de estatísticas do país. O resultado veio abaixo das expectativas, que eram de uma alta (0,3%), e marca a sexta queda consecutiva do índice, acentuando a queda em 12 meses, de -2,4% para -4,9%.

Na Zona do Euro, a taxa de desemprego referente a novembro teve uma ligeira redução, para 6,4%, conforme dados da Eurostat. O movimento de queda é observado tanto com relação ao mesmo período do ano anterior quanto a outubro de 2023.

Nossa visão: os dados da Europa vieram mistos. Os referentes à indústria alemã continuaram a apontar um setor fragilizado, com os indicadores antecedentes de dezembro em patamar ainda deprimido e sem sinalizar uma recuperação do setor à frente. Por outro lado, os dados de emprego da Zona do Euro continuam resilientes, indicando que o mercado de trabalho sólido deve seguir como fator de suporte ao consumo.

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