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Turquia: não foi desta vez

Recentemente, as eleições na Turquia tomaram parte da atenção dos mercados devido à possibilidade de que o atual presidente, Tayyip Erdogan, pudesse ser derrotado pela oposição

Victor Camacho, senior economist

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Créditos: Itaú Private Bank

No último domingo, o atual presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e seu partido, Justiça e Desenvolvimento (AKP), enfrentaram sua mais difícil batalha de reeleição desde a chegada ao poder. Erdogan se tornou primeiro-ministro turco em 2003, após a formação do AKP, do qual é líder.

Ficou 11 anos no cargo antes de se tornar o primeiro presidente eleito por voto direto em 2014, tendo a trajetória marcada por políticas econômicas heterodoxas, interferência no banco central, alterações na Constituição do país e repressão da oposição.

Os impactos de tais políticas se tornaram mais proeminentes nos últimos anos. Após três demissões entre 2019 e 2021, o atual presidente do Banco Central turco manteve as taxas reais de juros profundamente negativas, em linha com o que defende o presidente.

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