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Vídeo: nossas atualizações do cenário macro para fevereiro

Confira os destaques do bate-papo com Gina Baccelli, Rodrigo Lopes e Humberto Vignatti, que foi moderado por Guilherme Wertheimer

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Itaú Private Bank

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Crédito: Itaú Private Bank

Aconteceu na quarta-feira, 21, nossa live exclusiva para os clientes sobre o cenário macroeconômico, tanto local quanto internacional. A conversa contou com a participação de Gina Baccelli, economista-chefe, Humberto Vignatti, Rodrigo Lopes, estrategistas de renda fixa e renda variável, e a moderação de Guilherme Wertheimer, superintendente de investimentos.

Aqui estão os principais destaques do bate-papo:

Cenário internacional

  • A inflação americana mostrou sinais de convergência para níveis mais próximos de 3% em 2023, mas o otimismo excessivo com um corte nos juros no primeiro trimestre de 2024 diminuiu com os dados econômicos mais recentes;
  • A expectativa do mercado para a queda dos juros dos EUA foi adiada nesse começo de ano, o que fez com que os ativos de renda fixa não tenham tido uma boa performance no mercado internacional;
  • A China segue enfrentando alguns desafios, principalmente com relação à crise no setor imobiliário. O governo tem anunciado medidas de estímulo, mas o impacto delas ainda é incerto;
  • A falta de confiança tem afetado o mercado acionário chinês. No último trimestre de 2023, por exemplo, a entrada de capital estrangeiro na China foi negativa;
  • Além da performance das ações chinesas, a valorização recente do dólar também impactou negativamente o desempenho das bolsas de emergentes;
  • No entanto, nossa perspectiva continua positiva para essa classe. Em algum momento, os juros dos EUA começarão a cair, a economia irá desacelerar e o dólar voltará a desvalorizar.

Cenário local

  • O cenário internacional tem favorecido o Brasil. A queda do petróleo, por exemplo, foi fundamental para o processo desinflacionário;
  • O ciclo de quedas da taxa Selic continua, com o foco da discussão agora passando para a taxa terminal;
  • Para as próximas reuniões, nossa visão é que a Selic deve continuar sendo reduzida em 50 pontos-base. Adiante, o mercado vai entender até quando vão os cortes e se a magnitude deles irá diminuir;
  • Há muito ruído fiscal, mas o cenário de crescimento econômico e a queda dos juros são pontos positivos. Apesar do déficit muito forte em 2023, a dívida praticamente não aumentou;
  • Numa perspectiva mais longa, a renda fixa ainda é atrativa, sobretudo papéis de juro real (IPCA+);
  • Recentemente, o Conselho Monetário Nacional (CMN) mudou algumas regras para LCI, LCA, CRI e CRA, o que deve limitar a emissão desses papéis de crédito privado isentos de imposto de renda;
  • Porém, ainda existirão boas oportunidades no mercado, e seguimos acreditando que o crédito privado deve ocupar um papel importante nas carteiras de renda fixa, junto com os títulos públicos.

A seguir, confira um trecho da live, em que Gina Baccelli comenta sobre a inflação americana:

Para assistir a live completa, fale com sua equipe de atendimento.

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