Vídeo mensal: atualizações do cenário macro para outubro

Confira os principais pontos abordados na live que teve a participação de Nicholas McCarthy, CIO do Itaú, e Marcos Della Manna, Head de Sales Ultra High

Por Itaú Private Bank

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Crédito: Itaú Private Bank

Aconteceu na terça-feira, 10/10, uma live exclusiva para os nossos clientes sobre os cenários econômicos, tanto local quanto internacional, com Nicholas McCarthy, Chief Investment Officer do Itaú, moderada por Marcos Della Manna, nosso Head de Sales Ultra High. Veja, a seguir, os principais destaques do bate-papo.

Cenário internacional

  • A perspectiva desde o início do ano era de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) manteria as taxas de juros elevadas até que a inflação convergisse para um patamar entre 2% e 3%.
  • Caso essa conversão não seja observada, é possível que o Fed precise subir os juros novamente, mas esse é um cenário de baixa probabilidade no momento.
  • A inflação nos EUA está projetada para continuar sua trajetória descendente, o que pode pavimentar o caminho para uma redução das taxas de juros no próximo ano, considerando a resiliência surpreendentemente positiva da economia americana.
  • O mercado tem previsto uma possível recessão nos EUA, mas a nossa visão é que isso não ocorrerá, com o PIB americano previsto para ser cerca de 3% este ano e perto de 1,5% em 2024.
  • A performance de várias classes de ativos no mercado internacional mostrou-se positiva no primeiro semestre, abrangendo tanto as bolsas quanto a renda fixa, variando conforme o risco de crédito.
  • A bolsa americana, impulsionada em parte pelo setor de tecnologia e a tendência em Inteligência Artificial (IA), experimentou uma alta. (Mais sobre esse tema na nossa série mensal, Tech Trends)
  • Ainda acreditamos na desvalorização do dólar, mas a recente volatilidade observada nas taxas de títulos do Tesouro americano e o sentimento de maior cautela por parte de investidores globais podem postergar o enfraquecimento da moeda americana.

Cenário local

  • O início do ano apresentou um panorama favorável para as classes de ativos no Brasil, com destaque para a renda fixa e a bolsa, que passou por uma recuperação significativa, embora ainda esteja descontada.
  • O Banco Central implementou o primeiro corte de juros desde 2021 e sinalizou que os próximos cortes tendem a seguir uma magnitude similar, com reduções de 50 pontos-base nas próximas reuniões.
  • O Copom deve seguir cauteloso diante do momento atual de juros nos EUA, mas existe espaço para reduzir o juro real e observar o que vai acontecer com as taxas americanas adiante;
  • A nossa perspectiva para a renda fixa continua otimista, especialmente para os títulos indexados à inflação, que devem continuar se beneficiando da queda de juros e da redução da percepção de risco Brasil.

Para assistir a live completa, fale com sua equipe de atendimento.