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Wealth Planning na IF: afinal, como proteger o seu patrimônio?

Em seu segundo artigo, William Heuseler, head da nossa equipe global de Wealth Planning, explica a importância do planejamento patrimonial em um relacionamento afetivo

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Itaú Private Bank

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Crédito: Itaú Private Bank

Na sexta-feira, 24, foi ao ar o segundo artigo mensal do William Heuseler, head da nossa equipe global de Wealth Planning, para a Inteligência Financeira. Os textos abordam o planejamento patrimonial e a importância do assunto na construção e manutenção de um patrimônio sólido para si e para as futuras gerações.

No artigo, William explica como funciona o regime de bens, um dos principais mecanismos utilizados para direcionar e organizar o conjunto patrimonial do casal. A seguir, confira alguns pontos abordados no texto.

  • Os relacionamentos interpessoais produzem efeitos no universo jurídico, gerando impactos patrimoniais. Para regular a vida em sociedade e tais relações, surgiram normas ao longo dos anos;
  • Por muito tempo, o patrimônio da mulher passava para o domínio do marido em um casamento. Apenas com o Código Civil de 1916, foi criado no Brasil o regime de bens da forma como conhecemos hoje;
  • O regime de bens determina as regras aplicáveis sobre a divisão do patrimônio em uma eventual separação ou em caso de falecimento;
  • Na opção de separação total de bens, uma das mais procuradas, todos os bens, adquiridos antes ou durante o relacionamento, são considerados particulares de cada um dos parceiros;
  • O que nem todos sabem é que, mesmo nesse regime, em caso de falecimento, o parceiro sobrevivente será considerado herdeiro necessário. Ou seja, pelo menos metade da herança será destinada a ele e aos descendentes;
  • Por isso, é muito importante ter o acompanhamento de especialistas na construção de um planejamento patrimonial efetivo e seguro, para resguardar as vontades do titular;
  • Diversos são os instrumentos, estruturas e veículos existentes, mas apenas possuem valor e eficácia se forem pensados para os objetivos e propósitos correspondentes ao caso e não estabelecidos de forma genérica, aleatória ou arbitrária.

Quer saber mais? Leia o artigo completo na Inteligência Financeira.