ETFs no Brasil: crescimento da indústria e novidades para os investidores

Mind Asset: Caique Cardoso, especialista em ETFs da Itaú Asset, analisa o crescimento da indústria e quais estratégias têm ganhado relevância

Por Comunicação Itaú Asset

3 minutos de leitura

O mercado de ETFs no Brasil entrou em uma nova fase. Mais produtos, mais investidores e um debate cada vez mais qualificado sobre como usar esses veículos dentro da carteira.

Neste episódio do Mind Asset, Caique Cardoso, especialista em ETFs da Itaú Asset, explica que a aceleração recente da indústria não acontece por acaso. Ela reflete mudanças estruturais no mercado de distribuição, com a expansão de modelos de assessoria remunerados por taxas fixas, além da ampliação da oferta de produtos e do avanço da educação financeira.

Uma prateleira mais completa para diferentes objetivos

A atuação da Itaú Asset acompanha esse movimento há mais de duas décadas. O que começou com um foco maior em renda variável evoluiu para uma prateleira mais ampla, capaz de atender a diferentes classes de ativos e perfis de risco. Em momentos de maior apetite por risco no Brasil, por exemplo, cresce a demanda por ETFs ligados ao chamado “beta local”, que capturam o desempenho geral do mercado acionário.

Entre os destaques, Caique organiza os ETFs por famílias: Renda Variável de Dividendos, Renda Variável de Ações, Renda Fixa e Cripto.

Novos produtos da Itaú Asset

Nos últimos meses, aconteceram lançamentos no portfólio da Itaú Asset, que hoje conta com mais de 20 ETFs.

Entre eles, o GOAT11 é o primeiro ETF híbrido do Brasil, que mistura renda fixa local e renda variável internacional. Ele equilibra o risco, sendo 80% no Brasil e 20% internacional, garantindo uma proteção natural.

O SILK11 foi lançado em parceria com a bolsa chinesa, facilitando a exposição do investidor ao mercado chinês. Já o T10R11 dá acesso a títulos do Tesouro americano, ativo mais seguro do mundo, sem a volatilidade cambial. Por último, aconteceu o lançamento do IDKA11, que dá acesso à carteira de títulos públicos prefixados.

Simulador de ETFs: a importância da diversificação

Com muitas opções disponíveis, surge também o desafio da escolha. Por isso, Caique apresenta uma ferramenta desenvolvida pela Itaú Asset: o Simulador de ETFs, que ajuda o investidor a testar combinações e entender o comportamento da carteira ao longo do tempo, avaliando volatilidade e desempenho em diferentes cenários, inclusive de risco.

Clique e conheça o Simulador de ETF

Para onde caminha a indústria

Na visão de Caique, o futuro dos ETFs no Brasil passa menos por mudanças regulatórias e mais pelo aprofundamento do que já funciona no mercado americano. Novas classes de ativos, novos perfis de risco, produtos híbridos, estratégias com pagamento de renda e um research cada vez mais especializado tendem a marcar a próxima etapa.

Por onde começar a investir?

O ponto de partida é definir qual exposição faz sentido para cada investidor. O ETF é um veículo eficiente, líquido, diversificado e pode ser uma porta de entrada para investir em mercados mais arrojados para os investidores, como em ações.

Assista e aprofunde

Confira o episódio completo do Mind Asset abaixo e entenda mais sobre o universo de ETFs e das novidades da Itaú Asset.

Saiba mais dos ETFs da Itaú Asset citados no episódio:

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