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Pílula de ETF: 6 passos para escolher um ETF

Existem vários tipos de ETFs, mas como saber qual escolher? A pílula dessa semana conta sobre as etapas de análise que o investidor deve fazer.

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Caique Cardoso

• 6 minutos de leitura

Muito se fala sobre diferentes tipos de ETFs, afinal é um veículo eficiente e versátil, mas pouco ainda do desafio de analisar um ETF. Dividimos aqui 6 passos para escolher um ETF, utilizando o BOVV11 como referência. 

1. Performance

Mesmo ETFs que seguem o mesmo índice tendem a ter performance diferentes. Os motivos são variados, desde capacidade de replicação do índice aos custos do ETF. No mercado de Renda Variável brasileiro, outro fator é super relevante para essa análise: receita de aluguel da carteira. Não à toa, desde o seu início o BOVV11 tem superado o Ibovespa em 3,94% e outro ETF de mesmo benchmark em 3,71%:

Diferenças BOVV vs Concorrente e Ibovespa em bps

2. Liquidez

Como é um fundo aberto que permite criação e resgate de cotas diariamente, a liquidez de um ETF vai além do volume de negociação dele. Nesse caso, é muito mais importante analisar a liquidez implícita (veja aqui), ou seja, da carteira do ETF. De qualquer forma o BOVV11 registra uma média de volume diário negociado superior a R$200 milhões.

É possível notar no gráfico abaixo que mesmo em picos de volume negociado do BOVV11, a dinâmica de preço continua estável, corroborando o potencial de liquidez dos ETFs.

BOVV11: Volume diário vs Ágil/Deságio

3. Aderência:

Como estratégias indexadas, é necessário avaliar a capacidade de replicação do índice de cada ETF. Uma medida que ajuda nessa análise é o erro de aderência, que mede os desvios anualizados do ETF versus o índice de referência. Ou seja: quanto menor, melhor.

4. Spread:

Nada mais é do que a diferença do preço de compra e venda. Quanto menor o spread, menor o custo da operação. O BOVV11 por exemplo registra uma média de spread de 0,01% a 0,02%

5. Aluguel da cota:

Assim como uma ação, ETFs também podem ser alugados e gerar uma receita adicional para o investidor. O gráfico abaixo faz um exercício de um investidor que consegue alugar até 70% de suas cotas do BOVV11 de acordo com o histórico da taxa média do mercado.

Excesso de retorno x Ibovespa (%)

6. Gestora

Busque investir com gestoras com histórico comprovado de gestão e resultados consistentes. A Itaú Asset é pioneira em gestão de ETFs no Brasil e nesse ano completa 20 anos de história em gestão de ETFs, marcados pelo lançamento do PIBB11 em 2004.

O BOVV11 oferece acesso ao Ibovespa com destaque em performance, alta aderência, baixo custo de execução (spread), alta liquidez e com mercado ativo de aluguel. Além de contar com a sofisticação da gestão da Itaú Asset.

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