Pílula de ETFs: Alugando ETFs a 12% a.a.?

Na pílula dessa semana abordamos como as taxas de aluguel ampliam os ganhos para os investidores

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Caique Cardoso

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A grande maioria das corretoras tem o serviço de custódia remunerada, que intermedia o aluguel de ETFs e outros ativos elegíveis negociados em bolsa. Quem investe e mantém posição em um ETF, por exemplo, pode alugar essa posição na condição de “doador” e receber uma taxa de aluguel para isso. Falamos sobre isso em uma pílula recente que você confere aqui.

O SMAC11 é o ETF de Small Caps brasileiras da Itaú Asset e tem uma mediana histórica de 3% ao ano de remuneração pelo aluguel, podendo funcionar como uma fonte relevante de receita para o investidor. Mais recentemente, a taxa apresentou um pico de 12% ao ano, favorecendo os investidores que investem no SMAC e tem acesso ao serviço de custódia remunerada.

SMAC11: Histórico de taxa de aluguel

Fonte: Itaú Asset

Vale mencionar que o SMAC11, assim como outros ETFs da Itaú Asset de ações Brasil, também aluga parte da sua carteira de ações. De forma que 100% da receita proveniente desse aluguel é revertida para o cotista, o que permite que o SMAC11 tenha consistentemente superado o índice.

Não à toa, o SMAC11 tem performance líquida acima do índice de 0,46% em 12 meses e 1,01% desde o início, conforme gráfico abaixo.

SMAC11: Performance líquida em excesso ao índice SMLL.

Fonte: Itaú Asset

Além de facilmente acessar uma carteira diversificada de ações de menor capitalização do mercado brasileiro, o SMAC11 pode ser um aliado do investidor ao oferecer duas fontes de receita de aluguel. É importante dizer que no Brasil a B3 atua como contraparte central nessas operações conferindo mais segurança para o investidor.

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