ETFs de renda fixa: como o CDIB11 amplia as possibilidades de alocação
Mind Asset: Renato Eid, head das estratégias indexadas e investimento responsável da Itaú Asset, e Caique Cardoso, especialista em ETFs da gestora, discutem o crescimento dos ETFs de renda fixa e explicam como o CDIB11 pode complementar a parcela conservadora da carteira
Por Comunicação Itaú Asset
Os ETFs de renda fixa vêm conquistando cada vez mais espaço entre os investidores brasileiros. O movimento acompanha a evolução do próprio mercado de ETFs, que deixou de ser associado apenas à renda variável e passaram a oferecer acesso a diferentes classes de ativos e estratégias de investimento, incluindo a renda fixa.
Neste episódio do Mind Asset, Renato Eid, head das estratégias indexadas e investimento responsável da Itaú Asset, e Caique Cardoso, especialista em ETFs da gestora, discutem o papel dos ETFs de renda fixa na construção de portfólios diversificados e apresentam o CDIB11, o mais novo ETF de renda fixa da Itaú Asset.
O avanço dos ETFs de renda fixa
Para muitos investidores, a bolsa ainda é vista como um ambiente voltado principalmente para ações. Na prática, porém, ela se tornou uma porta de entrada para diferentes classes de ativos, incluindo estratégias internacionais, ouro, ativos digitais e renda fixa.
Os ETFs de renda fixa ajudam justamente a aproximar os investidores desse universo. Além de ampliarem as possibilidades de investimento dentro do ambiente de bolsa, oferecem características que têm impulsionado sua adoção, como custos reduzidos, diversificação e eficiência tributária.
Não por acaso, a Itaú Asset vem expandindo sua atuação nesse segmento e lançou recentemente o CDIB11, o 11º ETF de renda fixa da gestora.
Transparência, liquidez e eficiência tributária
Tradicionalmente, grande parte da renda fixa é negociada em mercados de balcão, nos quais informações como preços e volumes negociados nem sempre são facilmente acessíveis ao investidor. Nos ETFs, por outro lado, a negociação acontece em ambiente eletrônico, permitindo o acompanhamento dos preços em tempo real.
Esse modelo amplia a transparência das negociações, já que o investidor consegue visualizar os preços praticados pelo mercado ao longo do dia e acompanhar a negociação das cotas em tempo real. Na prática, isso facilita o acesso à informação e torna a experiência de investimento mais simples e transparente.
Além disso, os ETFs de renda fixa combinam liquidez, simplicidade operacional e custos competitivos. A estrutura também facilita o acesso a estratégias que poderiam ser mais complexas para parte dos investidores.
Outro ponto de destaque é a eficiência tributária. Diferentemente dos fundos tradicionais de renda fixa, os ETFs não possuem come-cotas, permitindo que o patrimônio siga acumulando retornos sem a antecipação semestral de imposto. Dependendo da composição da carteira do ETF, o investidor também pode contar com uma tributação mais eficiente e maior praticidade no recolhimento dos tributos.
O papel da renda fixa em uma carteira diversificada
Em um cenário marcado por mudanças frequentes nos ciclos econômicos e nas expectativas de mercado, Renato Eid reforça a importância da diversificação.
Isso não significa abrir mão da renda fixa. Pelo contrário, ela continua sendo o núcleo da carteira para muitos investidores, por oferecer previsibilidade e menor volatilidade.
Ao longo da conversa, Eid destaca que a discussão não deve ser entre um investimento ou outro, mas sobre como combinar diferentes estratégias dentro de uma mesma carteira. Na prática, o objetivo é construir uma alocação que reúna ativos com características complementares, de acordo com o perfil e os objetivos do investidor.
Nesse contexto, diferentes estratégias deixam de competir entre si e passam a atuar de forma complementar dentro da carteira.
CDIB11: uma nova alternativa para a parcela conservadora
O lançamento do CDIB11 surgiu justamente a partir dessa lógica de composição.
O ETF foi desenvolvido para atender investidores que buscam uma solução para a parcela mais conservadora da carteira, combinando exposição predominantemente pós-fixada, baixa volatilidade, liquidez e benefícios tributários.
O produto não foi criado para substituir outras alternativas de renda fixa, mas para funcionar como mais uma ferramenta de alocação. Ele pode ocupar espaço relevante na carteira sem que o investidor precise deixar de contar com outras estratégias que já utiliza.
Outro diferencial destacado é a acessibilidade. Como é negociado em bolsa, o investidor consegue comprar cotas diretamente pelo aplicativo da corretora, iniciando contato com esse tipo de estratégia de forma simples.
Onde o CDIB11 pode ser utilizado
Para investidores mais conservadores, o CDIB11 pode complementar a parcela de renda fixa, oferecendo exposição ao CDI com eficiência tributária e praticidade operacional. Já para quem opera com maior frequência na bolsa, o ETF também pode funcionar como uma alternativa para manter recursos alocados entre operações, sem a necessidade de sair do ambiente de negociação.
O ETF também pode funcionar como uma porta de entrada para investidores que ainda não utilizam ETFs de renda fixa.
O produto ainda pode ser utilizado em estratégias que exigem depósito de margem, ampliando as possibilidades de uso dentro da carteira.
Para onde caminha a indústria
O crescimento recente vai além do aumento no número de investidores ou de produtos disponíveis. O avanço dos ETFs tem contribuído para disseminar uma filosofia de investimento baseada em diversificação, alocação estratégica e busca por soluções de baixo custo.
Com novas possibilidades regulatórias e o amadurecimento do mercado local, a expectativa é que a indústria continue se desenvolvendo e ampliando o acesso dos investidores a diferentes estratégias de investimento.
Assista e aprofunde
Confira o episódio completo do Mind Asset e entenda por que os ETFs vêm ganhando protagonismo e como esse movimento pode transformar a forma de investir nos próximos anos.
Confira o episódio completo do Mind Asset abaixo e entenda como os ETFs de renda fixa estão ampliando as possibilidades de alocação dos investidores, além de conhecer os diferenciais do CDIB11 e o papel desse novo ETF dentro de uma carteira diversificada.
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