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Desinflação em curso pelo mundo

Economia e Mercados: tanto o núcleo do PCE dos EUA quanto o CPI da zona do euro apontam desinflação em curso; no Brasil, IPCA-15 trouxe composição benigna

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Crédito: Getty Images/Itaú Private Bank

Nessa semana, os indicadores de inflação ao redor do mundo ficaram no centro das atenções dos investidores.

Nos Estados Unidos, a inflação medida pelo núcleo do PCE (uma das referências usadas pelo Federal Reserve em suas decisões de política monetária) desacelerou e animou os mercados. Já na zona do euro, a inflação tem cedido mais rápido do que o esperado. 

No Brasil, o IPCA-15 de novembro trouxe uma composição benigna, reforçando o cenário de desinflação em curso.

Confira mais detalhes.

Brasil: IPCA-15 sobe 0,33% em novembro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) subiu 0,33% m/m, ligeiramente acima da expectativa do mercado. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 4,84%, abaixo dos 5,05% registrados em outubro. A leitura trouxe mais uma vez uma composição benigna. A inflação de núcleos seguiu desacelerando, reforçando uma sequência de dados que confirmam o processo de desinflação em curso.

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Brasil: produção industrial avança 0,1% em outubro

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) de outubro, divulgada pelo IBGE, apontou uma variação mensal de 0,1% na produção nacional, abaixo do esperado pelo mercado (0,4%). Frente a outubro de 2022, a alta foi de 1,2%. Nossa visão é de que a produção industrial tem se mostrado estável nos últimos meses. Olhando à frente, seguimos esperando uma manutenção desta tendência, com o indicador oscilando próximo à estabilidade.

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Brasil: IGP-M de novembro vem próximo das expectativas

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) avançou 0,59% m/m, em linha com o esperado. Já o acumulado dos últimos 12 meses atingiu -3,5%. Os preços no atacado do setor agrícola aceleraram, com destaque para a mandioca e o café. Já os custos no segmento industrial subiram, influenciados pelo diesel e minério de ferro. Em relação aos demais componentes, tanto os preços ao consumidor quanto da construção seguiram contribuindo positivamente para o indicador.

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EUA: PIB americano cresce 5,2% no terceiro trimestre de 2023

A segunda prévia do PIB do 3T2023 apontou um crescimento de 5,2% tri/tri, em termos anualizados, acima do divulgado na primeira estimativa, das projeções e acelerando em relação ao crescimento no trimestre anterior. O resultado reflete a alta nos gastos dos consumidores e confirma as expectativas de um PIB forte no 3T23. Para o último trimestre, o mercado projeta uma desaceleração da atividade econômica, para algo próximo a 2%, ainda em ritmo sólido.

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EUA: inflação medida pelo núcleo do PCE desacelera

O núcleo do Índice de Preços das Despesas de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês) dos EUA, que exclui energia e alimentos, avançou 0,2% m/m e 3,5% a/a, desacelerando em relação a outubro, mas em linha com as expectativas. O indicador “cheio” ficou abaixo do esperado e do registrado no mês anterior. Na base anual, houve uma desaceleração mais intensa do que o esperado. A leitura reforça uma desinflação gradual e aumenta a expectativa de que o Federal Reserve tenha finalizado seu ciclo de aperto monetário.

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Zona do euro: inflação desacelera em novembro

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro seguiu em desaceleração em novembro, para 2,7% na comparação anual. O núcleo do indicador ficou em 3,6%, também desacelerando. A leitura veio mais fraca do que o esperado pelo mercado, confirmando o processo de desinflação e corroborando a expectativa de que o Banco Central Europeu (BCE) tenha encerrado o processo de alta nos juros.

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China: desempenho misto na indústria em novembro

Na China, o Índice de Gerentes de Compras (PMI) de manufatura do Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS, na sigla em inglês) recuou para 49,4 pontos, uma queda mais forte do que o esperado. Já o PMI divulgado pela Caixin subiu para 50,7 pontos, acelerando mais do que as expectativas, saindo do nível que marca a contração da atividade (50) e apontando na direção contrária do NBS. Dessa forma, a leitura é de um resultado misto para a indústria chinesa em novembro.

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