Confira nossa participação no Avenue Connection 2025
Edição sobre diversificação internacional reuniu especialistas de diversas áreas do Itaú Unibanco, com destaque para os times da Itaú Asset e do Itaú Private Bank
Por Comunicação Itaú Asset

Na última sexta-feira (18), São Paulo recebeu mais uma edição do Avenue Connection, evento promovido pela Avenue para discutir os caminhos da diversificação internacional do patrimônio.
A edição de 2025 reuniu especialistas de diversas áreas do Itaú Unibanco, com destaque para os times da Itaú Asset e do Itaú Private Bank, que apresentaram suas visões sobre os desafios e as oportunidades de alocação.
Da Itaú Asset, tivemos a participação de Stefano Catinella, diretor comercial, Fayga Delben, Head de crédito core, e Leticia Biller, Head de Distribuição Varejo, que abordaram desde as oportunidades para diversificação internacional até a construção técnica de carteiras globais.
Confira mais detalhes dos painéis.
CDI vs. preservação do patrimônio
Martin Iglesias, gerente de produtos de investimento do Itaú Unibanco, e Daniel Haddad, Chief Investment Officer da Avenue, discutiram como a confiança no CDI e em ativos locais pode comprometer o poder de compra do investidor. Além disso, conversaram sobre os vieses comportamentais e os motivos que fazem com que alguns clientes, com um patrimônio já estruturado, posterguem o processo de diversificação de portfólio.
Estratégias para alocação global
Stefano Catinella, da Itaú Asset, Marcelo Aagesen, Head of Global Markets and Strategy do Banco Itaú International, e Sylvio Castro, Head de Global Solutions e Fund of Funds do Itaú abordaram como o Itaú tem trabalhado para democratrizar o acesso ao ecossistema internacional de investimentos. Mais do que disponibilizar uma ampla gama de produtos no exterior, o objetivo é criar portfólios personalizados para os clientes.
Investir no exterior deixou de ser luxo
Durante sua participação, Ana Carolina Shibata, Head comercial do segmento High no Itaú Private Bank, afirmou que investir offshore já não é um diferencial, mas uma necessidade para quem quer preservar patrimônio no longo prazo. O cenário atual, marcado por juros mais altos e uma maior conscientização sobre os riscos de concentração no Brasil, fortaleceu essa premissa.
Ruído vs. sinal: foco deve ser mudanças estruturais
Em um mundo repleto de ruídos políticos e econômicos, muitos investidores se perguntam qual o momento certo para diversificar o patrimônio globalmente. No entanto, para Daniel Haddad, Chief Investment Officer da Avenue, os ruídos são irrelevantes diante da dimensão do mercado internacional. A mensagem é que diversificação deve ser vista como uma alocação patrimonial estrutural, e não uma decisão tática sujeita ao humor dos mercados.